Dee Snider: lança clipe de "Lies Are A Business" com produção brasileira

O vocalista Dee Snider (Twisted Sister) acaba de lançar novo videoclipe para a música "Lies Are A Business", faixa do último álbum de estúdio “For The Love of Metal”. O vídeo foi produzido pela Liberta Filmes, do produtor Leonardo Liberti, grande amigo de Dee Snider e parceiro da Top Link Music, do produtor Paulo Baron, que também participa como ator do videoclipe além da participação especial do músico Thor Moraes da banda Malta.

Assista o videoclipe de "Lies Are A Business": https://youtu.be/_aYO0_vGYXg

"Lies Are A Business é, de certa forma, uma releitura do clipe (com outra estética e linguagem) de ‘We're not gonna take it’. Porém em vez de um pai opressor, há a figura de um homem mascarado com um taco de Baseball escrito Lobotomia, prática médica usada para deixar doentes psiquiátricos agressivos sem reação alguma”, comentou o produtor do clip.

“Ele é contratado para fazer isso com Dee, porém, se depara com um fã e acaba o perseguindo. O garoto em questão é Erik Rubin, um grande nome do Parkour no Brasil. O clipe conta com cenas de perseguição, lutas, num mundo fictício. Esse garoto porém passa por diversos desafios, tentações até ser capturado e eletrocutado por um Dr Plague. Quando ele tira seu capuz, percebe que sua face é da televisão, da mídia. Rapidamente ele o mata (alusão a lobotomia) com seu próprio taco de baseball. Nesse momento quebramos a "quarta parede" e quem morre é o espectador, pois ele está assistindo o clipe através de uma mídia. Isso fica nítido quando o ator olha para a câmera, que fica com o vidro "ensanguentado". Assim, ele pega a roupa e o taco de baseball e vai atrás de quem mandou matar Dee. Ele o mata e assim o ciclo continua... Porém ele pega a foto antiga do Dee (no Twisted Sister) e sai ouvindo I wanna rock!”, explicou Léo Liberti.

Paulo Baron, célebre produtor da Top Link Music explica sua participação no videoclipe com muito entusiasmo já que sua parceria com Dee Snider vem de longa data.

"Trabalhar com o Dee Snider foi algo sensacional. Sou fã dele desde a adolescência".

Jamye Jasta produtor deste álbum pirou no clipe e perguntou no ato para o diretor: "Você já fez algum longa metragem de ação!!???" A resposta de Léo foi só um "quem dera", mas era um cara de Hollywood, acostumado com tudo isso. E, geralmente, no Brasil tentamos fazer coisas de Hollywood com orçamento de Chaves".

Com produção da Top Link Music, o vocalista apresenta sua turnê solo na América Latina. O músico está em turnê divulgando o novo e aclamado pela crítica e também pelos fãs novo álbum de estúdio “For The Love of Metal”.

Confira todas as datas da turnê na América Latina:

19 de Março - Lima/Peru (terça-feira) - Local: Barranco
21 de Março - Curitiba/Brasil (quinta-feira) - Local: Opera de Arame
23 de Março - São Paulo/Brasil (sábado) - Local: Tom Brasil
24 de Março - Santiago/Chile (domingo) - Local: Club Chocolate
26 de Março - Buenos Aires/Argentina (terça-feira) - Local: Teatro Vorterix
14 de Junho - Aguascalientes/México (sexta-feira) - Local: Isla San Marcos

Para mais informações sobre o show em São Paulo, clique aqui.

Fonte: Hoffman & Obrian

 

Saxon encerra nova turnê pela América Latina com show neste sábado, em São Paulo

A lendária banda Saxon, um dos nomes mais cultuados do seminal movimento NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal), encerra mais uma bem-sucedida longa turnê pela América Latina, neste sábado (16/03), no palco da Tropical Butantã, em São Paulo.

Os fãs interessados em conferir a poderosa performance de Biff Byford (vocal), Nibbs Carter (baixo), Nigel Glockler (bateria), Paul Quinn (guitarra) e Doug Scarratt (guitarra) ainda podem garantir presença para o show na capital paulista.

Os ingressos continuam à venda pelo site da Ticket Brasil (https://ticketbrasil.com.br/show/6587-saxon-saopaulo-sp) e pontos autorizados na capital paulista, Barueri, Osasco, Santo André, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Mauá, Campinas, Sorocaba, Santos e Guarulhos (http://www.ticketbrasil.com.br/ondecomprar). Mais informações no serviço abaixo:

O setlist repleto de clássicos da carreira, também conta com as principais composições do elogiado novo álbum “Thunderbolt”. O repertório desta excursão tem sido o seguinte:

Thunderbolt
Sacrifice
Wheels of Steel
Strong Arm of the Law
Denim and Leather
Battering Ram
Rainbow Theme
Frozen Rainbow
Backs to the Wall
They Played Rock and Roll
Power and the Glory
Hungry Years
Dogs of War
747 (Strangers in the Night)
Lionheart
The Eagle Has Landed
To Hell and Back Again
Dallas 1 PM
Crusader
Heavy Metal Thunder
Never Surrender
Princess of the Night


“Thunderbolt” novamente manteve a parceria de sucesso com o renomado produtor Andy Sneap, que já trabalhou com outros grandes nomes como Megadeth, Exodus, Testament, entre outros.

Este trabalho traz 12 poderosas composições, que tem todos os predicados para superar a bela repercussão conquistada com os álbuns “Sacrifice” (2013) e “Battering Ram” (2015). Os singles “Nosferatu”, “Predator”, “Sniper” e a faixa-titulo são bons exemplos do que está por vir. Além disso, o tracklisting ainda conta com “They Played Rock And Roll”, música escrita e dedicada ao Motörhead.

Formado em 1976, em South Yorkshire, na Inglaterra, o Saxon é reconhecido como um dos pilares da New Wave of British Heavy Metal, movimento musical que começou em 1970 e catapultou grupos como Iron Maiden, Venom, Def Leppard, Diamond Head, Raven, Avenger, Girlschool, Grim Reaper, Satan, Tank, e até hoje influencia diversas a bandas por todo mundo.

A banda gravou mais de 20 discos, sendo que oito chegaram ao UK Singles Chart e estabeleceram-se como um dos maiores grupos de metal dos anos 1980. Ao longo da carreira, eles já venderam mais de 20 milhões de cópias de álbuns e influenciaram inúmeros artistas como Metallica, Mötley Crüe, Pantera, Sodom, Skid Row e Megadeth.

Para mais informações, clique aqui.

Fonte: The Ultimate Music

 

Leprous faz apresentação de estreia no Brasil em março

A impressionante banda norueguesa Leprous finalmente vai realizar imperdível show de estreia no Brasil, após 18 anos de estrada. Um dos grandes nomes do prog metal/rock europeu se apresenta, no próximo dia 10 de março, na Carioca Club, em São Paulo.

Com o prestigio de figurar no estrelado line-up do Download Festival Madrid, Einar Solberg (vocal/teclado), Tor Oddmund Suhrke (guitarra), Baard Kolstad (bateria), Simen Børven (baixo) e Robin Ognedal (guitarra) estão prestes a desembarcar pela primeira vez na América Latina.Os ingressos continuam à venda pelo site do Clube do Ingresso (http://www.clubedoingresso.com/leprous-sp) e pontos autorizados em Barueri, Belo Horizonte, Curitiba, Guarulhos, Osasco, Rio de Janeiro, Santo André, São Caetano do Sul e  capital paulista (http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar).

Formado em 2001, o grupo norueguês tem despertado cada vez mais a curiosidade dos fãs, devido a sonoridade ímpar e inovadora, trazendo elementos progressivos, harmonias peculiares e por flertar com outros segmentos musicais como avant-garde metal e pop. Neste momento, o Leprous está promovendo o novo álbum "Malina" (2017). Este trabalho, que vem recebendo excelentes reviews e figurou nos charts de diversos países como Áustria, Bélgica, Grécia, Holanda, Finlândia, França, Alemanha e Suíça, marca a entrada de Robin Ognedal e é o primeiro sem o guitarrista original Øystein Landsverk, que deixou a banda após 13 anos.

SERVIÇO SÃO PAULO
Overload orgulhosamente apresenta: Leprous pela primeira vez em São Paulo
Data: 10 de março de 2019 (domingo)
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 -Pinheiros (próximo ao metrô Faria Lima)
Horário: 18h30 (open doors) | 20h (showtime)
Classificação etária: 16 anos. Entre 14-16 anos somente acompanhado por pai ou mãe munidos de documentos.
Capacidade: 1000 lugares
Estacionamento: nas imediações (sem convênio)
Estrutura: ar condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes

# SETORES / PREÇOS
- Pista meia/promocional: R$130
- Camarote meia/promocional: R$ 190,00
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.

# COMPRA PELA INTERNET – http://www.clubedoingresso.com/leprous-sp
# PONTO DE VENDA OFICIAL (sem taxa de serviço): Carioca Club (pagamento apenas em dinheiro)

**** Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei;
***** A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais
****** É expressamente proibida a entrada com câmeras fotográficas e filmadoras profissionais ou semi-profissionais.

 

Ektomorf - Sesc Pompeia, São Paulo - 08/02/2019

Por Leandro Cherutti

É indiscutível que o Brasil já se tornou rota indispensável para qualquer banda de Heavy Metal que se preze, mas por incrível que pareça, muitas das bandas já consagradas em determinados estilos nunca pisaram por aqui antes, este é o caso da húngara Ektomorf, que somente agora, após longos 25 anos de estrada conseguiu realizar uma mini turnê por terras tupiniquins. O grupo possui oficialmente 17 álbuns lançados, 15 deles de estúdio e 2 ao vivo. Em seus primórdios é quase impossível não perceber a forte influência que a banda Sepultura injetou em suas composições, principalmente a linha implantada no álbum Roots de 1996, e que de certa forma, analisando friamente isto ainda segue nos tempos atuais, mas não mais como uma inspiração da banda brasileira, mas sim com estilo inconfundível criado por estes húngaros, pois nem mesmo o Sepultura seguiu na época com esta forma de fazer música. Só para constar 1996 foi o ano que o Ektomorf lançou o seu primeiro disco. Nesta sua primeira oportunidade em terras brasileiras os húngaros excursionaram ao lado de um grande nome da música extrema nacional, o Lacerated and Carbonized.

Aqui estou mais uma vez, exatamente uma semana após o maravilhoso show do Venom Inc na The House Music Club, tive a honra e o prazer de disfrutar de mais um show na cidade de São Paulo. Desta vez o lugar escolhido foi o aconchegante Sesc Pompéia, um recinto agradável, muito bem localizado e dono de uma estrutura digna de primeiro mundo.

Como anunciado previamente, o show teve seu início pontualmente às 21h30, com os cariocas do Lacerated and Carbonized mandando logo de cara uma dobradinha do aclamado disco The Core of Disruption de 2013, sendo elas Third World Slavery e Awake the Thirst. Dando continuidade ao evento os brasileiros apresentaram com precisão a faixa Spawned in Rage, em seguida tocaram outras duas composições do não tão recente disco Narcohell (2016) a rápida e pesada Narcohell e logo depois Bangu 3.

Nesta oportunidade o grupo veio a São Paulo desfalcado de seu excelente baterista Victor Mendonça, que por motivos particulares vem sendo substituído em altíssimo nível por Sandro Moreira, baterista da lendária banda de Death Metal gaúcha Rebaelliun e que atualmente também faz parte da banda Exterminate. Portanto o Lacerated and Carbonized se apresentou nesta ocasião com Jonathan Cruz (vocal), Paulo Doc (baixo) e Caio Mendonça (guitarra) e claro, com o já citado acima Sandro Moreira.

Devidamente apresentados, vamos com mais músicas, Odio e o Caos, BloodDawn e Severed Nation foram as próximas a agitar o bom público que compareceu nesta calorosa noite de sexta feira ao Sesc Pompéia. Os músicos se basearam em seus dois últimos trabalhos para preparar o setlist, mas o repertório também contou com exceções, a primeira foi Seeds of Hate que faz parte do álbum de estreia Homicidal Rapture, esta por sua vez se intercalou com Decree of Violence e Hell de Janeiro do Narcohell. A outra exceção ficou por conta da execução da clássica Mundane Curse, que também faz parte do primeiro trabalho do grupo.

Com aproximadamente 45 minutos de total destruição e cumprir um show impecável, o Lacerated and Carbonized se despediu do público deixando aquele gostinho de quero mais. Em minha modesta opinião foi um show sensacional!

Com uma carreira mais que consolidada internacionalmente, chegou o momento do Ektomorf realizar sua estreia por aqui, o relógio marcava aproximadamente 22h20 quando os músicos iniciaram de forma avassaladora sua apresentação, mostrando todo seu poderio musical executando quase que na integra o seu mais recente trabalho Fury, onde podemos encontrar 10 raivosas composições, e por incrível que pareça o quarteto executou uma sequência fulminante com 9 delas. Em meu modo de ver e analisando a extensa discografia do grupo, eles poderiam ter misturado um pouco mais composições antigas, presenteando melhor estes fãs que esperaram por tanto tempo a oportunidade de ver de perto estes gigantes do Groove/Thrash Metal, mas com certeza a maioria das pessoas que ali estavam nem ligaram para isto, queriam mais é aproveitar da melhor forma possível este momento único e tão aguardado. Após toda esta saraivada de músicas de um mesmo disco, ainda não era o momento de ouvir algo velho, pois a banda mandou mais uma composição nova, desta vez Eternal Mayhem, faixa que esta inclusa em um single homônimo lançado em outubro de 2018.

Retirada do ótimo disco Agressor, agora tivemos um momento especial com a música Holocaust, que foi dedicada a 6 milhões de vítimas do genocídio perpetrado pelo nazismo durante a segunda grande guerra, mesmo com uma levada cadenciada a faixa levantou de forma massiva o público.

A banda possui em sua formação músicos com uma técnica impressionante, mas acima de tudo o que mais chama a atenção é o carisma que Zoltán Farkas (vocal/guitarra), Szebasztián Simon (guitarra), Csaba Zahorán (baixo) e Dániel Szabó (bateria) demonstram ao fãs, em minha opinião esta é a fórmula perfeita para levantar o público, que por diversas vezes passou a cantar de forma uníssono algumas de suas composições, principalmente as mais antigas como I Know Them, Evil by Nature e Black Flag.

Com um show desse porte era impossível ficar parado e assim a banda seguiu levantando poeira com um medley incluindo as faixas Gypsy e Show Your Fist. Logo depois tivemos três músicas do álbum Outcast de 2006, I Choke, Outcast e Ambush In The Nigh e colocaram um ponto final nesta excelente apresentação com a potente Agressor.

Foi um show intenso e com uma energia incrível, onde músicos e fãs aproveitaram cada minuto deste momento tão especial, agora é torcer para que o Ektomorf não demore tanto tempo para retornar, até porque agora já conhecem o “caminho das índias “.

Setlist Lacerated and Carbonized

Third World Slavery
Awake the Thirst
Spawned in Rage
Narcohell
Bangu 3
Odio e o Caos
Blooddawn
Severed Nation
Seeds of Hate
Decree of Violence
Hell de Janeiro
Mundane Curse 

Setlist Ektomorf

The Prophet of Doom
AK 47
Fury
Faith and Strength
Bullet in Your Head
Tears of Christ
Infernal Warfare
Blood for Blood
If You're Willing to Die
Eternal Mayhem
Holocaust
I Know Them
Evil by Nature
Black Flag
Gypsy / Show Your Fist
I Choke
Outcast
Ambush In The Nigh
Aggressor

 

Pink Floyd Reunion - Tom Brasil, São Paulo - 08/02/2019



Por Rogério Talarico
Fotos por Renan Facciolo

Se alguém me dissesse que presenciou a grandiosa casa de shows Tom Brasil lotada, numa sexta-feira à noite para ver um show tributo, provavelmente eu não acreditaria. Não acreditaria não por ser um show em homenagem e sim visto a quantidade de shows e eventos que estão acontecendo na cidade de São Paulo, na qual fatidicamente o público faz escolhas. Porém a banda “Pink Floyd Reunion” formada em Belo Horizonte surpreendeu e reverteu este quadro esgotando ingressos da costumeira casa, no último dia 08.

Formado por uma banda, orquestra, coral e por um coro infantil, a banda oriunda de bares das noites de Minas Gerais foi audaciosa e pensou grande: Não apenas recrutou o time acima descrito mas decidiu fazer um espetáculo completo, em sincronia com o filme “The Wall” (1982), criado por Roger Waters (vocalista e baixista do Pink Floyd), que conta a vida, desilusões e a loucura do personagem Pink, que perdeu seu pai na segunda guerra mundial.

Com a casa de shows configurada com mesas e cadeiras para dar um melhor aproveitamento ao público devido as atrações audiovisuais, pontualmente às 22h, o grupo composto por mais de 50 músicos adentrou o palco do Tom Brasil. Minunciosamente programado e cronometrado, a banda iniciou sua apresentação em plena sincronia com o filme conforme prometido.

O vocalista Marcelo Cannan e tecladista Raphael Rocha intercalavam vozes assim como Roger Waters e David Gilmour fazem e vale a pena destacar a ótima extensão vocal de ambos os vocalistas, com destaque para a versatilidade e afinação de Marcelo que mesmo em meio a todos os elementos presentes neste concerto, conseguiu ficar em evidência. Outro diferencial é que na banda todos os integrantes fazem mais de uma coisa no palco e até mesmo o baterista Fernando Nigro fez vozes de apoio enquanto tocava seu instrumento, não deixando a apresentação monótona em momento algum.

Dentre as canções do filme, os destaques foram para a ótima execução da calma “Goodbye Blue Sky”, “Mother” que contou com um solo de violino feito pelo **spalla da Fractal Orchestra, “Bring Boys Back Home” com corais afinadíssimos e a aparição de crianças no palco para o coro de “Another Brick in the Wall, Pt. 2” que foi um show à parte.

Exaltados de pé pelo público após “Outside The Wall”, o vocalista Marcelo voltou ao palco com um enorme sorriso no rosto para apresentar toda a banda, orquestra, corais e fez questão de agradecer a todos que fizeram parte do espetáculo direta ou indiretamente. Com o público começando a sair, Cannan resolveu presentear os presentes e fazer um “bis” com as canções que não existem no filme, sendo “Hey You” e “The Show Must Go On”.

Sem dúvidas foi um ótimo espetáculo e quem foi esperando apenas “um filme com uma banda no palco” certamente saiu da casa de shows mais que satisfeito e boquiaberto com tamanha grandiosidade do concerto. Esperamos que a banda consiga levar esta peça para mais lugares do país, pois o grupo inovou e entregou muita qualidade nesta digníssima homenagem ao Pink Floyd.

**N.R: Spalla (em italiano, em português "ombro") é o nome dado ao primeiro-violino de uma orquestra

Agradecimentos a Mirian Martinez do Tom Brasil pela atenção e credenciamento.

 

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