“Escape of the Phoenix”: um disco inovador sem perder a essência

Por Rogério Talarico

Dois anos após o lançamento do aclamado “The Atlantic”, os suecos do Evergrey anunciaram “Escape of the Phoenix”. Um anjo caído que se liberta de correntes e emerge do fogo, ilustra não só a belíssima capa do CD, mas também todo o clima do álbum. Escrito em sua totalidade por Tom Englund, o vocalista evidencia, nas 11 faixas do disco, a sua própria vida, relações pessoais e sua visão de mundo.

“The Atlantic” foi o último álbum conceitual da trilogia, que iniciou com “Hymns for the Broken” e continuou em “The Storm Within”, que foi o mais denso, frio e pesado dos 3. Já “Escape of the Phoenix” é como se fosse a redenção, o renascimento de Tom e o clima que percorre todo o álbum não é depressivo e baixo astral como o anterior. O grupo se reinventou em “Phoenix”, alguns elementos novos foram inseridos, mas não perderam sua essência.

“Forever Outsider” abre o disco e remete ao peso de “Weightless”, do disco anterior. Com o baixo e bateria ditando a canção, que soa bem comercial visto aos demais singles, com certeza agradará os amantes de música pesada, devido a sua fácil audição. Possui um ótimo solo de guitarra à lá David Gilmour, executado por Henrik Danhage e após mais uma estrofe de refrão, encerra-se atonitamente.

“Where August Mourn” é, sem dúvidas, minha predileta do “Phoenix”. No início, Rikard Zander mostra sua destreza no teclado, abrindo espaço para as linhas vocais de Tom, que são extremamente expressivas, doces e demonstram muita emoção. Ela possui também o melhor e mais comercial refrão do disco. As linhas de baixo de Johan seguem a mesma atmosfera crescente de “Departure” do álbum anterior, e é um dos pontos marcantes, juntamente com um solo de Danhage. Sem dúvidas, a canção que vai conquistar qualquer um em sua primeira audição.

“Stories” começa com o belíssimo teclado de Rikard e a suave voz de Tom, com uma introdução pra lá de emocionante. A banda então surpreende e entra de uma só vez, com todo o peso e sincronia, quebrando o clima da música de forma que apenas eles sabem fazer. A canção alterna o clima entre calmo e agitado algumas vezes e sua letra fala sobre traçar novas histórias e caminhos, além de possuir um dos refrãos mais bonitos do álbum.

“Dandelion Cipher” inicia de forma abrupta e quebra totalmente o clima deixado pela anterior. Com um marcante e compassado baixo, o marco desta canção se faz nos elementos eletrônicos sampleados por Rikard, uma novidade presente em quase todo o álbum. Com riffs notáveis e linhas vocais expressivas, a pesada música é a que mais remete ao disco anterior, até mesmo em seu soturno refrão:

“Why should I keep on striving
If you will never let me in?
Why should I keep on trying when
I’ll just end up back where I started
No gold at the end of the rainbow
No stars to guide my way
And now I walk here alone
Because we’re walking in circles”

“The Beholder” inicia com elementos eletrônicos e é uma típica música do quinteto. “Beholder” conta com a presença especial de James LaBrie (Dream Theater), que divide os vocais com Englund, sendo a primeira participação especial de um vocalista na história da banda. O início é totalmente levado por Tom e após o segundo refrão, LaBrie entra de forma melancólica e executa um belíssimo duo, com vozes entrelaçadas pelo restante da obra. Após um último refrão, LaBrie dá o toque final com seus agudos e finaliza.

“In Absence of Sun” inicia de forma sombria e depressiva e contém a mesma fórmula dos primeiros álbuns dos suecos, matando a saudade dos fãs mais antigos. De forma melancólica e reflexiva, Tom leva a música calmamente até o primeiro refrão, onde a banda toda fica evidente e torna-se notável a angústia na voz de Englund, e o grupo o acompanha no mesmo clima. Essa canção possui também mais um belíssimo solo executado por Danhage, outro ponto alto no disco.

“Eternal Nocturnal” é o segundo single do disco e é a mais radiofônica do álbum até então. Mesmo com todo seu peso, a canção possui um dos refrãos mais fáceis de se decorar já feitos pelo Evergrey, convencendo até mesmo quem não gosta de música pesada a ouvir a banda. Sua melodia é uma das mais felizes já feitas pelo grupo. Escolha certeira para um single, sua letra possui mensagens que remetem esperança.

“Escape of The Phoenix” leva a importante missão de carregar o título do disco e é, sem dúvidas, a mais pesada de todo o disco. O baterista Jonas e baixista Johan tiveram um enorme destaque aqui. Ela possui também um bom refrão, mas em termos vocais, é a mais comum do disco. Dentre tantas ‘estrelas’ contidas no álbum, é a canção que menos se destaca diante as demais.

“You From You” quebra totalmente o ritmo acelerado deixado pela anterior e, se “Eternal Nocturnal” é a música pesada mais radiofônica do grupo, essa é a mais comercial já criada por eles, daquelas que tocariam até em rádios pop e novelas. Com Henrik e Tom fazendo a introdução, “You” possui toda a essência da banda, e é perceptível a entrega do vocalista, que a conduz de forma magistral. Calma, melancólica, angustiante e com um refrão matador, a canção que já era completa ganha um estonteante e “Gilmoursístico” solo na reta final, que a coroa como uma das melhores baladas já feitas pelos suecos. Para quem gostou de “Departure” do álbum anterior, “You From You” é um prato cheio.

“Leaden Saint” quebra novamente o clima e apresenta mais um ‘revival’ ao passado do grupo. Fãs do disco “In Search of Truth” vão se deliciar nesta canção, pois ela é rápida e agressiva, além de possuir elementos de teclado feitos por Rikard que lembram o início da carreira, bem como a ‘cozinha’, que permanece veloz e harmônica. Aqui, outra vez, Jonas e Johan são os destaques da música, que também possui outro belíssimo e inspirador solo feito por Danhage.

“Run” é a derradeira do disco e assim como a anterior, o teclado de Rikard é bem perceptível. Apesar de rápida, com Jonas e Johan ditando novamente ritmo da canção, a música desabrocha num lento e estonteante refrão. Após mais um acelerado trecho, o clima é quebrado novamente e desta vez Tom com sua harmoniosa voz é o destaque. Seu refrão foi feito para ser clamado ao vivo e é uma ótima escolha para fechamento de um show do quinteto.

O Evergrey é uma banda que evolui em sua obra e vem alcançando mais e mais público a cada novo lançamento e certamente não será diferente com “Escape of the Phoenix”, um disco inovador, mas que não perde a essência.

O lançamento será feito via AFM Records, e a cópia física pode ser obtida através do link https://shop.afm-records.de/search?sSearch=evergrey+escape

                                                                 Foto por Patric Ullaeus

Agradecimentos à AFM Records pela constante confiança e parceria.

 

Festival We Are One no RJ, com Millencolin e Satanic Surfers, é reagendado para 2021

We Are One no Rio de Janeiro tem nova data. As produtoras Onstage AgênciaEstreia Produções anunciam que o festival, que contará com três bandas internacionais de peso do punk rock, Millencolin, Satanic Surfers e MakeWar, mais a local Phone Trio, agora acontecerá no dia 19 de setembro de 2021. Os ingressos adquiridos para o evento que seria este ano continuam válidos.

Millencolin, a grande atração da noite, está em frenética atividade desde 1992. É nome recorrente do punk californiano, ou do hardcore melódico, como o gênero praticado pelos suecos ficou conhecido no Brasil, com uma sólida carreira amparada por constantes turnês mundiais e discos elogiadíssimos por crítica e público.

Da discografia de nove discos de estúdio, o Millencolin, apesar da Suécia, faz à risca o típico som do oeste dos Estados Unidos. É um punk/hardcore encorpado, com guitarras afiadas, que trazem ora peso, ora melodia às músicas.

“Fox” e “Penguins & Polarbears”, por exemplo, são canções do disco Pennybridge Pioneers (2000) que fizeram enorme sucesso na MTV, ou “Bullion”, “Killercrush” e “The Story Of My Life” do clássico Life on a Plate (1996), hits imediatos e atemporais. E de tudo um pouco da trajetória do Millencolin aparece em SOS, o álbum lançado em 2019 e com o qual a banda volta ao Rio de Janeiro para divulgá-lo.

Também da Suécia, o Satanic Surfers é outra lenda do punk rock/hardcore melódico, formada em 1989. A banda estourou mundialmente com o lançamento de ‘Hero Of Our Time’, de 1995. Nos anos 2000, o disco Taste of Poison (2005), que mostra um Satanic revigorado e ainda mais furioso, mas sem largar a aura do skate-core. A nova vinda da banda ao Brasil terá a presença do baterista fundador, o uruguaio Rodrigo Alfaro, que em certo momento também assumiu os vocais.

Já a MakeWar, formado por gente dos Estados Unidos, Venezuela e Colômbia, representa a nova geração do punk rock, que mistura sem rodeios o estilo com o rock alternativo, emo e grunge. Os discos Developing a Theory of Integrity (2016) e Get It Together (2019) mostram a criatividade aguçada do trio. Uma dica: confira o videoclipe de “Oh, Brother”, numa infalível estética Quentin Tarantino.

A prata da casa, Phone Trio, é também banda com história, fãs e, claro, ótimas músicas de pop punk. Com influências do hardcore melódico típico da década de 1990, o power trio lançou em 2018 o EP Sundae Tracks, elogiado em diversos sites nacionais pela excelente produção e composições sólidas, que faz jus à vitoriosa trajetória do grupo, há 15 anos na estrada.

Serviço
We Are One - Rio de Janeiro, dia 19 de setembro de 2021
Evento: https://www.facebook.com/events/830473087379112/
Data: 19 de setembro de 2021
Horário: a partir das 18h
Local: Circo Voador (rua dos Arcos, sem número - Lapa/RJ)
Classificação: 18 anos (entre 14-17 anos somente acompanhado por pai ou mãe munidos de documentos)
Ingressos:
1º Lote ESGOTADO
2º Lote: R$120 (Meia entrada estudante / promocional)
3º Lote: R$130 (Meia entrada estudante / promocional)
Venda online: bit.ly/WeAreOne-RJ
Venda física: bilheterias do Circo Voador
?? INGRESSO MEIA-ENTRADA | QUEM TEM DIREITO?
Válido para estudantes, doadores de sangue, acompanhantes de cadeirantes, funcionários da rede pública, maiores de 60 anos
?? INGRESSO PROMOCIONAL | QUEM TEM DIREITO?
Qualquer pessoa mediante a doação de 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento.


 

Dead Fish lança raridades em "Lado Bets"

Após sua primeira live em quase 30 anos de banda, o Dead Fish lança a coleção de raridades "Lado Bets", que chegará aos aplicativos de música no próximo dia 17 de julho, pela Deck. O álbum é uma seleção de 10 faixas entre 'sobras de estúdio', singles, versões e faixas escondidas gravadas entre os anos de 2004 e 2019.

De acordo com o vocalista Rodrigo Lima, as músicas escolhidas foram resultado de uma pesquisa feita com o produtor Rafael Ramos durante a quarentena. “Era para ser um EP, mas achamos tanta coisa legal que virou um álbum”, explicou.

Entre os achados há "Décimo Andar" (2005), criada e gravada para uma série da MTV, "A Recompensa" (2006), faixa que era entregue como bônus para quem tivesse o código que vinha dentro do CD oficial de "Um Homem Só" (Deck) e "Dêem Nome Aos Bois" (2013), lançada em um compacto em vinil split com a banda Zander e agora disponibilizada no universo digital pela primeira vez.

Também fazem parte de "Lado Bets" "Múmia" e "Michel Oghata", gravadas em 2006 e finalizadas em 2010 mas que acabaram não entrando em "Um Homem Só", tendo sido lançadas em compacto 7” split com o Mukeka Di Rato.

Outra raridade é "Manic Nonlinear" (2004), "praticamente uma ode ao disco Manic Compression dos novaiorquinos do Quicksand; um desfile bem ensaiado pelos riffs e refrões desse clássico de 1995" - comentou Rafael Ramos.

Da mais recente produção do Dead Fish há "O Outro do Outro" (2019), faixa escondida exclusivamente na versão em CD de "Ponto Cego"(Deck), mixada por Bill Stevenson e até agora inédita nos aplicativos de música.



Fonte: Batucada Comunicação



 

DRACONIS confirma presença no Heresy Online Fest #2

A banda argentina de Death/Thrash Metal DRACONIS, confirmou oficialmente sua participação no Heresy Online Fest #2, festival argentino online que será realizado nos dias 891516 de agosto, com mais de 45 bandas de diversos estilos dentro do metal. A grande maioria delas são sul americanas, incluindo muitas brasileiras, mostrando mais uma vez ao mundo o poder de fogo do metal em nosso continente e, também, outras oriundas da Europa, África e América Central.

Para quem ainda não sabe, esse festival não é propriamente "ao vivo", mas sim umas transmissão de vídeos feitos pelas próprias bandas que executam seu material em formato "collab", ou seja, por conta das medidas se isolamento social devido a #COVID19 todos os músicos gravam separadamente suas partes e na edição final juntam todas suas partes como se estivessem tocando juntos.

Para a participação da DRACONIS, eles estão preparando um vídeo de uma faixa que fará parte de seu mais novo álbum "Anthems For An Eternal Battle", a ser lançado dia 31 de julho, via Brutal Records (EUA/Canadá) e Proper Music (Europa), e que já está disponível para pré-venda em diversas plataformas de streaming como, também, em formato CD físico no link https://snd.click/bchz6.


Canal do Heresy Online Fest no Youtube:
https://www.youtube.com/channel/UCIwq4b-131DFvkqE83zV7vA

Como o festival é todo online, e exibido em seu próprio canal do youtube, os horários de apresentações variam conforme o fuso horário dos telespectadores:.

Colômbia, Perú e México: 18h
Chile e Venezuela: 19h
Brasil, Argentina e Uruguai: 20h
Togo: 23h
Inglaterra, Suécia e Argélia: 0h
Egito, Botsuana e Espanha: 1h


Para mais informações sobre o festival Heresy Online Fest 2:
Site: https://www.heresy.com.ar
Instagram: https://www.instagram.com/heresyfest
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/197873718255959

A banda já chegou anteriormente a fazer dois vídeos nesse formato, a saber:

Confira “Echoes Of Silence (Quarentine Sessions 2020)” em:
https://youtu.be/1pYJDezkQBg

Confira “Mortal Seed (Quarentine Sessions 2020)” em:
https://youtu.be/NRf86ekrZHI

Formado em 2003, pelos irmãos Gerardo Vargas (vocal/guitarra) e Bruno Vargas (guitarra), em Rio Gallegos, província de Santa Cruz, Argentina, o Draconis, a partir do lado obscuro das emoções, desejos e medos do subconsciente humano, nos brinda hoje com um ataque imersivamente brutal e relativamente técnico, recheado de riffs crus e variações de tempo abruptas, porém equilibradas, no melhor estilo sul-americano de se fazer metal. Coeso, eficaz, desenvolto, agressivo e ao mesmo tempo destrutivo como um incêndio de grandes proporções, o Death/Thrash Metal do Draconis não é definitivamente para fracos!

Mesmo fortemente influenciados pelo Death Metal ‘old school’ americano, o Draconis mostra identidade própria ao incorporar influências também de outros estilos não menos brutais como, por exemplo, o Grindcore e o Black Metal, devido ao uso frenético de velocidade por conta de Cesar Roman (bateria) e a voz rouca e gutural que parece sair das entranhas de Gerardo, e o Thrash Metal devido a sujeita nos riffs poderosos e carrancudos da guitarra de Bruno Vargas, tudo isso, logicamente, numa base sólida, eficaz e forte de baixo de Marcos Villarroel.

Influências: Death, Carcass, At The Gates, Hipocrisy, Metallica, Megadeth, Iron Maiden e etc.

Confira o Teaser de “Anthem For An Eternal Battle” em:
https://youtu.be/Lj9VDT37n9w

Confira o Lyric Video de “Puppets Who Ignore Their Masters” em:
https://youtu.be/mYusRvqc-ZM

Ouça DRACONIS em:

Discografia completa: https://www.prvlabel.net/artist/draconis
YouTube: www.youtube.com/user/DraconisBandOfficial
YouTube Music: https://www.youtube.com/channel/UCGJJdds_nv2t-Ke9HHJqU7A
Spotify: https://open.spotify.com/artist/3SnwzecN64waAXsx6PQKlA
iTunes: https://music.apple.com/ec/artist/draconis/263630441

Mídias Sociais:

Site: www.draconisband.com
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Brutal Records (USA & Canada):

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Proper Music (Europe):

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Teaser e Lyric Video por Marcelo Silva (MS Motion Graphics)
www.behance.net/marcelosilvaMD

Fonte: JZ PRESS
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Final Disaster: Banda participa do festival online Rock Nas Alturas neste sábado

No próximo sábado (11/07), às 20h, acontece o festival online Rock Nas Alturas, e o Final Disaster será uma das atrações. Ao lado deles tocam as bandas Matanza Ritual, Kisser Clan, Jimmy & Rats, Aneurose, O Bardo e o Banjo, Silence, Pesto, Sinaya, Carcadia, Blacksmith, Burnkill, New Democracy, Zamat, Asterfan, Fenrir’ Scar, Ecce Hommo, Devancius, Heavy Blues, Eu Ocê e o CD, Barba de Bode e Jorgito Rock.

Um time de peso foi reunido onde abraçaram a causa de ajudar o próximo. Onde a solidariedade falou mais alto. A APAE de Maria da fé, faz um trabalho lindo, com mais de 100 pessoas nos dias atuais, porem devido a quarentena estão passando por dificuldades por se tratar de uma instituição filantrópica. Então quem puder ajudar a instituição da forma que for, será muito bem vindo .

Ajude a Associação de Pais e Amigos de Maria da Fé (com qualquer valor!):

Caixa Econômica Federal
Agência: 1687
Conta: 4654-0
Operação: 013

Banco do Brasil
Agência: 2276-4
Conta: 23015-4

CNPJ 21.422.019/0001-04

Para mais informações sobre o festival, acesse:
https://www.facebook.com/events/863157580760323/

O Final Disaster está com merchan novo, que inclui máscara contra o Covid-19, além de uma nova estampa de camiseta – ambos podem ser adquiridos através das redes sociais da banda.

Eles estão trabalhando em seu primeiro ‘full lenght’, que tem previsão para ser lançado ainda no segundo semestre de 2020.

O álbum será conceitual, dentro desse universo de “horror Metal”, estilo que a banda tem difundido aqui no Brasil

Ouça o single de “Quiet Now”
https://www.youtube.com/watch?v=iCMbArEzHUw


A formação do Final Disaster traz Kito Vallim (vocal), Deborah Moraes (vocal), Daniel Crivello (guitarra), Rodrigo Alves (guitarra), Felipe KBÇA (baixo) e Bruno Garcia (bateria).

Acompanhe o Final Disaster em seus canais oficiais:
www.finaldisaster.net
www.facebook.com/FinalDisaster
www.instagram.com/finaldisasterofficial

 

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