Brant Bjork estreia no Brasil com show único em São Paulo

O Brasil receberá pela primeira vez, com show único na cidade de São Paulo, a lenda do Stoner Rock e um dos criadores do estilo, o músico californiano Brant Bjork! Fundador do influente e antológico Kyuss, Brant toca dica 17 de outubro, no Fabrique Club, e os ingressos já estão à venda. A realização é das produtoras Abraxas, Powerline e Obscur.

É do clima árido de Palm Desert, na Califórnia, que há algumas décadas Brant Bjork emerge e se mantém como uma das mentes criativas por trás do assim chamado Stoner Rock - ou Desert Rock, devido à sua origem nas festas com música ao vivo organizadas por Brant e seus amigos nos desertos californianos no começo nos anos 90, que varavam a madrugada regadas a muito rock and roll e entorpecentes, e ficaram conhecidas como as generator parties.

Foi nesse ambiente de muita lisergia e jams quase intermináveis que Brant Bjork participou da criação e contribuiu com sua bateria grooveada junto a bandas lendárias como Kyuss (com Josh Homme, que posteriormente fundou o Queens of the Stone Age, e outros nomes como John Garcia e Nick Olivieri), Fu ManchuVista Chino, além de uma extensa discografia lançada sob as diversas encarnações do seu projeto solo, onde atua como frontman (voz e guitarra) junto a outros músicos da cena de Palm Desert.

Sean Wheeler, outra lenda do desert rock, é o convidado especial de Bjork nesta turnê sulamericana, que além do Brasil, passa por Chile e Argentina. Wheeler ficou famoso na década de 1990 como vocalista/guitarrista do Throw Rag, mas é dono de uma extensa e expressiva discografia, que começou a ser moldada ainda nos anos 80.

O show é uma iniciativa conjunta das produtoras Abraxas, Obscur. e Powerline, e promete ser uma noite memorável tanto para os fãs do artista quanto para aqueles curiosos a respeito deste gênero musical (ou seria um estilo de vida?) que cada vez ganha mais espaço no cenário musical brasileiro.

Para este show especial, as produtoras farão uma ação inédita: a banda de abertura será escolhida por meio de uma seletiva, que terá inclusive uma fase de apresentações ao vivo. Mais detalhes serão revelados em breve.

SERVIÇO
Brant Bjork dia 17 de outubro em São Paulo
Evento: https://www.facebook.com/events/457448158411949/
Data: 17 de outubro de 2019
Horário: 19 horas (abertura da casa)
Local: Fabrique Club (rua Barra Funda, 1075 - Barra Funda/SP)
Censura: 16 anos

INGRESSOS:
1º lote: $100,00 sem taxa, apenas 50 ingressos (Meia entrada/Promocional) - ESGOTADO!
2º lote: $120,00 (Meia entrada/Promocional), até a véspera do show
Na porta: R$ 140 (Sujeito a lotação)
Ingresso físico: Locomotiva Discos (rua Barão de Itapetininga, 37 - Loja 8 - República, São Paulo)

Ingresso online: https://pixelticket.com.br/eventos/4060/brant-bjork-em-sao-paulo



 

Horror Expo 2019: Deathstars é mais uma atração musical confirmada

Deathstars, banda sueca que há duas décadas se mantém entre as principais do gênero gothic/industrial da Europa, tendo excursionado o mundo ao lado de nomes como Rammstein e Korn, é a mais nova atração musical confirmada para a HORROR EXPO 2019. O maior evento focado na cultura do horror já realizado na América Latina, abrangendo cinema, TV, streaming, games, literatura, música e cultura pop, acontece entre os dias 18 a 20 de outubro no Expo Center Norte, em São Paulo/SP.

O quinteto, atualmente composto por Andreas "Whiplasher Bernadotte" Bergh (vocal), Emil "Nightmare Industries" Nödtveidt (guitarra e teclado), Eric "Cat Casino" Bäckman (guitarra), Jonas "Skinny Disco" Kangur (baixo) e Marcus Johansson (bateria) retorna ao Brasil após quase dez anos. Assim, os suecos encerrarão um ciclo de grandes apresentações em 2019, que incluem os festivais Graspop (BEL), Wacken Open Air (ALE) e M'era Luna (ALE).

Pausa nas atividades e mudança de formação

Após a turnê do álbum "The Perfect Cult" (2014, Nuclear Blast Records), o Deathstars optou por dar uma pausa nas atividades, que perdurou até os primeiros meses de 2019, quando a banda iniciou a preparação das músicas para seu quinto trabalho de estúdio, ainda sem título e com lançamento previsto para 2020. Com isso, decidiram retornar aos palcos para apresentações seletas e anunciaram a volta do guitarrista Cat Casino, integrante entre os anos de 2006 e 2013, e a entrada do baterista Marcus Johansson, que passa a ocupar o posto de Oscar "Vice" Leander.

O quinteto está a postos para retomar toda a atmosfera sombria, som envolvente, teorias da conspiração e planos de conquista mundial que fizeram do Deathstars uma das bandas cativantes dos anos 2000.

Deathstars na Horror Expo 2019

O Deathstars será a atração musical principal da sexta-feira, 18 de outubro, primeiro dia da HORROR EXPO 2019, com show de aproximadamente 90 minutos de duração com início programado para as 20h. A banda também fará outras atividades no evento, em especial no estande da Nuclear Blast Records, que serão anunciadas posteriormente.

Os ingressos da HORROR EXPO 2019 já estão disponíveis em seu segundo lote, com valores a partir de R$ 170,00, com entradas por dia, passaportes para os três dias de evento e opções de ingressos VIP, que dão diversas vantagens para o comprador. Qualquer visitante que adquira o ingresso inteiro comum ou passaporte inteiro comum, pode adquirir sua entrada com 50% de desconto com o Ingresso Solidário Horror Expo, mediante a doação de 1 kg de ração para cães ou gatos, que deve ser entregue no dia do evento. Toda a venda de ingressos da HORROR EXPO 2019 é operada pela Eventbrite e está disponível para comercialização pelo site oficial do evento, horrorexpo.com.br.


SERVIÇO HORROR EXPO 2019:
Datas: 18, 19 e 20 de outubro de 2019
Horário: das 12h às 22h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo/SP

Ingressos:
Ingresso individual por dia:
2º Lote: a partir de R$ 170,00 (entrada solidária e meia-entrada)

Passaporte individual para os três dias do evento:
2º Lote: a partir de R$ 484,50 (entrada solidária e meia-entrada)

Ingressos VIP:
VIP Silver:  R$ 500,00 (por dia) ou R$ 1.350,00 (três dias)
VIP Gold: R$ 700,00 (por dia) ou R$ 1.890,00 (três dias)
VIP Platinum: R$ 1.000,00 (por dia) ou R$ 2.700,00 (três dias)

Para saber mais detalhes sobre cada formato de ingresso, assim como opções de pagamento e parcelamento, acesse: https://horrorexpo.com.br/ingressos/

Informações adicionais e contato: https://horrorexpo.com.br

Redes sociais:
Facebook: https://www.facebook.com/horrorexpobrasil
Instagram: https://www.instagram.com/horrorexpobrasil/
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Fonte: ASE Press

 

Tank - Manifesto Bar, São Paulo - 18/08/2019

O grupo inglês Tank, que surgiu na fase da New Wave of British Heavy Metal e tinha ligação direta com o Motörhead, retornará ao Brasil. Em São Paulo, o show ocorrerá em 18 de agosto (domingo), no Manifesto Bar. Atualmente, a banda trabalha no sucessor de “Valley of Tears” (2015), que trará regravações e marcará a estreia em estúdio do vocalista David Readman (Pink Cream 69) ao lado de Mick TuckerCliff Evans(guitarras), Randy van der Elsen (baixo) e Bobby Schottkowski (bateria, ex-Sodom). “Estamos ansiosos para voltar ao Brasil com esta formação para apresentar um repertório que será matador! Vejo vocês em breve”, disse o guitarrista Mick Tucker.

Intitulado “Re-Ignition”, o repertório contará com novas roupagens para clássicos como “(He Fell in Love With A) Stormtrooper”, “Shellshock” (com participação de Dani Filth, do Cradle of Filth), “This Means War”, “Honour and Blood”, “Blood, Guts and Beer”, “Echoes of a Distant Battle”, “Power of the Hunter” (com a presença de Tom Angelripper, do Sodom) e “The War Drags Ever On”.

“Eu sei que eles não eram estritamente parte de tudo aquilo (NWOBHM), mas penso que ‘This Means War’ (1983) e ‘Honour & Blood’ (1984) estão entre os melhores e mais diretos discos de heavy metal dos anos 1980. Você não vai ouvir igual àquilo hoje em dia e eles estão completamente esquecidos e são muito injustiçados”, declarou certa vez o baterista Lars Ulrich (Metallica), em entrevista à revista Raw (‘Lars Ulrich’s Guide To The NWOBHM’).

Serviço – Tank em São Paulo:
Data: 18 de agosto (domingo)
Abertura da casa: 18h
Local: Manifesto Bar
Endereço: Rua Iguatemi, 36, Itaim Bibi
Ingressos: a partir de R$ 80
Venda online: Ticket Brasil
Fone: (11) 3168-9595 | WhatsApp (11) 94747-5883
Cartões: Visa, Mastercard, Elo, American Express e Dinners
Débito: Visa Electron, Maestro, Rede Shop
Censura: 16 anos
Acesso a deficientes / ar condicionado
Wi-fi: a casa possui acesso a internet sem fio
Serviço de Vallet: R$20,00
Site: www.manifestobar.com.br

 

Sepultura faz show essa semana no Tom Brasil em São Paulo

O rock pesado do Sepultura fará a festa em comemoração ao Dia Mundial do Rock, 13 de julho. Um dia antes (12), Andreas Kisser (guitarra), Derrick Green (vocal), Paulo Jr. (baixo) e Eloy Casagrande (bateria) levarão os grandes sucessos da banda ao Tom Brasil, no show Duas Trincas Concert.
Como o próprio nome diz, o repertório será baseado em seis discos emblemáticos do Sepultura - considerado referência do metal brasileiro no mundo - divididos em duas trincas.

"A primeira terá Beneath The Remains (1989), Arise (1991) e Chaos A. D. (1993), e a outra com Kairos (2011), The Mediator Between Head na Hands Must Be the Heart (2014) e Machine Messiah (2017).Vamos tocar três músicas de cada álbum para representar as melhores épocas da carreira do Sepultura. São os álbuns mais conceituados das duas fases. O set list será exclusivo para este show", explica o guitarrista Andreas Kisser.

Bio
Formado em Belo Horizonte, em 1984, o Sepultura passou a ser uma das principais figuras no cenário underground que florescia para o thrash metal. Com sonoridade inventiva e exuberante e ao mesmo tempo crua e primitiva, a banda rompeu preconceitos ao fixar a América do Sul no mapa do metal assim como ajudou a dar forma para algo novo e brutal no heavy metal desde seus primeiros álbuns,Morbid Visions, Schizophrenia e Beneath The Remains. Obstinados a viajar para qualquer parte, o Sepultura construiu com firmeza uma das bases de fãs mais dedicada do planeta e, enquanto na década de 1990 muitas bandas tentavam se firmar criativa e comercialmente, os brasileiros conseguiram isso de ponta a ponta: em 1993, com Chaos AD, e em 1996, com Roots, clássicos instantâneos que provaram desde o lançamento serem extremamente influentes sobre várias gerações de músicos do metal.

A saída de Max Cavalera, frontman e membro fundador da banda em 1997. poderia ter descarrilado um grupo menos focado, mas mais tarde, naquele mesmo ano, a convocação do vocalista Derrick Green se provou um golpe de mestre.

As duas últimas décadas assistiram o Sepultura evoluir, diversificar e prosperar com o lançamento de uma sucessão de registros devastadores que adicionaram muita profundidade à ilustre biografia da banda. Da indiscriminada euforia causada pelo primeiro registro de Green no grupo, Against (1998), à Roorback (2003), para o brilhante e com riffs que guiam ao futurismo, Kairos (2011) e o extremamente aclamado The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart (2013), produzido por Ross Robinson, o progresso do Sepultura tem sido perpetuado com sua integridade artística impecável.

O álbum Machine Messiah é um disco com músicas cuidadosamente elaboradas, desafiadoras e impactantes. Lançado em 2017, traz o casamento perfeito entre os melhores solos de Andreas Kisser e a voz potente de Derrick Green, dois gigantes do heavy metal mundial.

Sonoridade e riffs bem encorpados são a essência do álbum. As faixas têm características únicas e não deixam de marcar a inovação musical do Sepultura.

Iceberg Dances, por exemplo, faz a guitarra de Kisser praticamente falar. "Há muitos elementos novos nesse disco e isso é algo que sempre fazemos. "Sempre colocamos 100% de energia e paixão. Falamos muito sobre tudo, especialmente quando chega a parte das letras e encontrar o melhor caminho para expressar o que queremos dizer", afirma Kisser.

Andreas Kisser (guitarra), Derrick Green (vocal), Paulo Jr. (baixo) e Eloy Casagrande (bateria) celebraram recentemente os 33 anos de existência do Sepultura. Derrick tem um motivo a mais para comemorar: está há 20 anos à frente dos vocais da banda.

KISSER CLAN
O Kisser Clan é um dos projetos paralelos do guitarrista Andreas Kisser (SEPULTURA).

Nele, Andreas toca e canta clássicos do rock e heavy metal ao lado de seu filho Yohan Kisser (guitarrista/voz), Amilcar Christófaro (baterista do Torture Squad) e de Gustavo Giglio (baixista).

Desde 2013, os shows do Kisser Clan são marcados pela celebração de todas as vertentes do rock, com clássicos que inspiram as vidas e carreiras dos músicos envolvidos. No repertório: Black Sabbath, The Beatles, Metallica, AC/DC, Judas Priest, Scorpions, KISS, Anthrax, Slayer, Iron Maiden, Sepultura e outros (e muitas surpresas).

Destaque no novo palco Rock District no Rock in Rio 2017, a banda segue fazendo show por todo o Brasil e já é presença confirmada no Rock in Rio 2019!

Tom Brasil
R. Bragança Paulista, 1281
Chácara Santo Antônio - São Paulo - SP - BR
www.casatombrasil.com.br

Ingressos de R$99 a R$199
www.ingressorapido.com.br 

 

Steve Stevens: muito além do Billy Idol!

Por Otávio Juliano - Junho/2019

Talvez esse nome não lhe traga uma lembrança imediata à mente. Talvez você sequer o conheça (ou sequer saiba que o conhece), mas certamente já o ouviu tocar guitarra, ainda que sem saber de quem se tratava.
O homem por trás da principal composição da trilha sonora do filme Top Gun (no Brasil, “Ases Indomáveis”) e responsável pelas linhas de guitarra de “Dancing With Myself”, famosa canção do Billy Idol, é exatamente ele... Steve Stevens!



(capa da trilha sonora do filme – o nome de Stevens aparece juntamente com Harold Faltemeyer, com quem compôs a canção)

Ficou mais fácil agora? Provavelmente sim. Stevens nasceu no Brooklyn, em Nova York, em 5 de maio de 1959, sendo iniciado na guitarra quando criança. Demonstrando facilidade para tocar mesmo tendo sofrido um acidente em sua mão direita, o pequeno Steve cresceu e seguiu praticando diariamente.

Em 1979, quando este que vos escreve viria a nascer, Stevens já formava sua primeira banda, a Fine Malibus, alguns anos antes de conhecer o vocalista Billy Idol, fato que mudaria seu futuro para sempre.

Ainda que de nacionalidades diferentes – Idol é inglês e Stevens americano – e donos de estilos antagônicos – Idol veio do Punk Rock e Steve sempre teve um visual mais característico de músicos de Hard Rock – o destino de ambos estaria traçado para sempre e estaria formada uma relação que perdura até os dias de hoje. “Eyes Without a Face”, “Rebel Yell”, “Flesh For Fantasy” e a citada “Dancing With Myself” são alguns dos frutos resultantes dessa parceria Idol/Stevens.


(foto do website http://billyidol.net/steve-stevens/)

“Top Gun Anthem”, a faixa gravada por ele para a trilha sonora do mencionado filme Top Gun o elevou ao status de ganhador de Grammy por “Melhor Performance Instrumental de Pop Music” e chamou a atenção de ninguém menos do que o Rei do Pop, Michael Jackson, por quem Stevens é convidado a gravar as linhas de guitarra para a canção “Dirty Diana”, do multipremiado álbum “Bad” (1987).



Ainda que seu trabalho com Billy Idol tenha sido interrompido durante um período a partir de 1988, Stevens deu sequência à carreira, com lançamentos diversos no mundo do Rock, incluindo um disco autoral, com sua banda Atomic Playboys, em 1989, e um trabalho muito elogiado ao lado de Vince Neil, então ex-vocalista do Mötley Crüe, em 1993.


(capa do álbum lançado por ele ao lado de Vince Neil)

Lá se foram turnês, shows, gravações em parceria com outros músicos e um projeto de canções instrumentais, até que Stevens ressurge em 1999 com o disco solo “Flamenco a Go-Go”, trazendo elementos de música flamenca, Rock e Pop, mesclados com seu estilo virtuoso de tocar.

Versátil, Stevens sempre foi capaz de transitar em diferentes vertentes musicais, mostrando muita qualidade em canções como a faixa-título deste álbum de flamenco e em “Our Man in Istambul”. Ouça-as e tire suas próprias conclusões.


(capa do disco “Flamenco a Go-Go”)

Eu sinceramente nem sei de onde vem toda essa adoração pelo estilo desse talentoso guitarrista, já imensamente reconhecido e celebrado mundialmente. Não me recordo da primeira música que o ouvi tocar ou de um momento exato que justifique tamanha admiração que tenho por Stevens.

Mas isso não importa. Quando olho para trás simplesmente me vejo como um apreciador da obra completa deste guitarrista. Musicalmente falando, desde que me “conheço por gente” eu aprecio a sonoridade e a forma de Stevens mostrar sua arte por meio da guitarra e, racionalmente falando, são muitas as razões para isso. Sua carreira e seu reconhecimento mundial mostram isso.

A bem da verdade é que Steve Stevens consegue cativar fãs e músicos, inspirando e influenciando-os, destacando-se não somente por seus riffs bem elaborados e por sua agilidade ao tocar a guitarra, mas também por sua competência na execução de composições mais lentas, bem como sua versatilidade para mesclar e tocar diferentes ritmos musicais.


(foto do website http://billyidol.net/steve-stevens/)

Minha intenção aqui não é tornar você leitor um fã do Steve Stevens, embora reconheça que ficaria muito feliz em saber que ao menos uma pessoa se interessou em buscar material do guitarrista, após a leitura desse texto. De qualquer forma, fica aqui meu convite para “um passeio” pela carreira de Stevens. Mesmo que você já o conheça dos trabalhos com Billy Idol, eu recomendo fortemente que vá atrás de todo o material lançado por ele. Garanto que fará bem aos seus ouvidos! :) 

 

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